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À guisa de introdução…
A página que
ainda permanece e se construiu sob a égide da APDC – Associação
Portuguesa de Direito do Consumo, prima pela qualidade dos elementos que
nela se reúnem.
A sua
sistematização, porém, força é reconhecê-lo, não se tem como adequada.
Daí que, por
ocasião das celebrações do DIA MUNDIAL DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR, se
aproveite a efeméride para lançar uma nova página que obedece a uma
disposição distinta e a um distinto classificador.
Crê-se
destarte que a página que ora se dá à estampa, cumpre mais adequadamente
os objectivos que se lhe assinam pela forma como se modela, pelo “arranjo”
temático, pelo seu próprio fluir na plurifacetada expressão dos direitos do
quotidiano em que os do consumidor se revêem.
Porque, em
verdade, não basta apresentar um produto de qualidade pela substância: a forma
também “vende”, para usar uma expressão que releva da sociedade da imagem
e da imagem das sociedades, na estratégias mercadológicas que mister é
articular. Ou, de outro modo, “os olhos também comem”, na
formulação de que os espaços virtuais têm de ser sugestivos, atraentes, têm de “entrar
pelos olhos dentro”.
Crê-se, por
conseguinte, que deste modo se serve mais adequadamente o universo-alvo a que a
página se dirige, nas generalidades que explora e na especialidade que comporta.
A APDC
– Associação Portuguesa de Direito do Consumo –, sociedade
científica de intervenção que à promoção dos interesses e à
protecção dos direitos se vota e, nessa medida, se encaixa no figurino das
associações de consumidores de interesse específico, cumpre um magno
desideratum cívico ao privilegiar, com o rigor, a objectividade, a
transparência e a cientificidade das suas intervenções, um estilo que só o
ideal consente, na pureza que é a sua essência, longe dos quadros mercantis
em que outros, na confabulação dos propósitos, se movem, na exploração da
inocência, da candura, da vulnerabilidade psicológica e económica do próprio
consumidor, vítima maior de quem o enreda com artifícios, sugestões e embustes
de inenarráveis consequências.
A página que
ora se faculta à generalidade dos consumidores abre-se a quem em qualquer
latitude a ela queira aceder para aferir do “estado das questões” em
Portugal, mau grado a aparente similitude de situações em qualquer ponto do
globo na “aldeia global” em que o orbe se transformou.
Os
consultórios jurídicos que exprimem o actual estado do direito do País, são bem
a expressão da excelência de uma intervenção que só os espíritos tocados por
sentimentos de menor probidade e isenção se permitirão desvalorizar.
As mais
situações reveladas exprimem o dia-a-dia português, na sua individualidade, fora
dos “compactos comerciais”, das publicações que obedecem a
uma só voz nos interesses multinacionais que se postulam em promiscuidade
marcante, tanto mais relevante quanto é certo que atraem para a sua órbita
associações outrora respeitadas por estarem ao serviço do consumidor.
As críticas
que intente dirigir-nos quem honestamente pretenda fazê-lo, despido de
interesses, serão bem vindas.
Praza a
Deus que a generosidade que pomos no que fazemos atinja, nas necessidades
sentidas, cada um e todos e constitua um elemento de toque no serviço cívico que
cumprimos com afinco.
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